quarta-feira, 29 de setembro de 2010

"Absoluto" progressivamente.


Somos como tecidos
Puro linho branco
Sacudidos ao vento
Sopro do destino

Viver nos mancha a carne
Faço da experiência
O meu particular bordado
Traço fios de memória
Entre os recônditos da alma

Alguns me dizem
"Branco ou bordado
Tanto faz, tanto faz
Vamos todos desfiar
E morrer, fique em paz

Quero ser como um velhos
Um belos manto grego
Belo ao viver
Belo também ao morrer

Sabedoria é a minha beleza, queimar é o meu destino, quero definhar, desfiar, supotar o doce queimar e morrer,
mas belo, e traçado em fior de ouro e prata.

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