segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Homicídio Culposo e Lesões Pneumáticas.

 Sometimes don't you just feel like killing someone?

Já não se mata mais de amor
Como tu matou-me um dia.

Eu, cadáver putrefactus
E uma caixa de cerveja.

Sentado à máquina da meia-noite
Batendo leros entre boleros
E teu perfume francês.

Buracos de bala
Em nossos momentos íntimos
De inverdades públicas.

Púberes desejos despertos
De velhos sonhos deste velho
Que agora dorme.

Assinatura tua
Nesta sangrenta balada.

No letreiro, a chamada:
'Já não se morre mais de amor'.

4 comentários:

Gabriel Knoll disse...

Lembra-me certo classicismo romântico. Mas hoje temos a banalização até da música e livros eruditos. Por que o amor estaria longe?

Abraço

Renan Maia disse...

Gostei do blog e linkei no meu. Nerd tmb lê poesia. hehehe

Depois, retribui plz.

http://bigbazzinga.blogspot.com

thnks!

POBRE MEU BLOG disse...

Em breve, não se morrerá mais de nada.

Gabriel Knoll disse...

Quem me dera não morrer. :P